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Canduras

A sensibilidade melancólica de um sorriso simples. Um mundo cheio de nadas e nadas cheios de mundo que preenchem paredes cheias de sonhos.

Canduras

A sensibilidade melancólica de um sorriso simples. Um mundo cheio de nadas e nadas cheios de mundo que preenchem paredes cheias de sonhos.

Primeiro Nervous Breakdown de uma Finalista...

por Ana Luisa, em 02.10.13

As minhas lides bloguistas começaram ainda comigo caloira de fresco noutro espaço. No entanto, actualmente, é o cargo de Ilustre Finalista que ocupo. Resumindo, daqui a um ano estarei no desemprego a desesperar. Ou talvez não.

Entrei no curso de Comunicação Social, não mito longe de casa, como tanto queria, porque decidi seguir um sonho meu: a Rádio. A rádio é perfeita! Podes falar, ninguém te vê, ou reconhece, ou pede coisas, a não ser que abras a boca, claro. No entanto, é o que eu mais gostava de fazer para o resto da minha vida. O meu amor à musica é inegável e é a maneira mais razoável de não a abandonar.

Acontece que, este ano, os alunos de Comunicação Social têm uma cadeira intitulada: Atelier de Radiofonia. Eu, entusiasmadíssima, atirei-me de pés e cabeça para aprender a maior quantidade de coisas possíveis para melhor desempenhar o meu emprego de sonho eventualmente... Nesta última aula que passou, fizémos o nosso primeiro teste de voz. E aí pensei... E se eu na realidade não fôr boa o suficiente? Se eu não valer nada nisto? Se o meu timbre de voz fôr intragável (tenho uma voz bastante fina, para me eterno desgosto...)? Eu não sei mais o que estou a fazer aqui! Não estou aqui a fazer nada!

No entanto, no final da aula, a opinião da professora responsável até foi positiva. Validou o entusiasmo, referindo também que o timbre de voz não é tudo. E eu quero acreditar que não. Ou isso ou vou ter de andar constantemente rouca, ou cheia de sono! E isso, não me apetece nada!

Concluíndo, ainda há uma réstia de esperança no meu futuro na rádio. Resta-me, daqui a uns tempos, mandar incessantes e-mails à Antena 3, invadir o Facebook do Rui Estevão e ligar para o Diogo Beja... Não vai ser tarefa fácil, mas nada me garante que não consiga!

 

 

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